quarta-feira, 4 de março de 2009

reflexões

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Porque nossa conversa de ontem me rendeu horas de um conflito interno antes de durmir. Mas enfim, aqui estão as minhas respostas para todas os questionamentos que tu me trouxe e para os que eu já tinha. Tenho de agradecer por mais essa meu caro amigo, obrigada C.

Vamos por partes então. Sinceramente não espero que o que vou escrever daqui por diante faça sentido pra vocês meus queridos, mas hoje estou um bocado egoísta mesmo com meus pensamentos. Mas sintam-se a vontade como sempre.

Capítulo 1: A eterna guerra dos sexos.
Não isso não é uma crítica aquela antiga tele-novela, até porque gosto muito do modo de dirigir do Jorge Fernando. Ai essa minha tradicional fuga de foco, me perdoem. Mas as vezes cai bem logo de início, permite viajar em temas mais tranquilos pra mim do que o que vem por diante. Mas vou me concentrar, prometo.

Refleti por horas sobre a seguinte frase: - Only for fun baby.
Com ela beleza, vai firme. Com ele tens que cuidar ísis querida, não se brinca com sentimentos, principalmente com os de quem se gosta tanto assim.
Ele, ela, ela, ele. E eu onde fico nessa historia? Quem disse que os meus sentimentos já não viraram um simples jogo de cartas e que eles, na verdade, não passam de meros jogadores? Meu egoísmo falou alto agora. Mas as vezes é preciso dar um passo pra fora e se virar para ver a quantas anda a situação. Eu já cansei de ter que responder a perguntas como: -"Tu, traindo a causa?" Que causa? Não luto por nenhuma causa já faz tempo e nem acho que isso tenha haver com as minhas verdades, com as coisas pelas quais eu lutaria até a morte se preciso fosse, com os motivos que me fazem ter fé, com as movimentações urbanas que queimam meu peito sedento de libertação. Nada disso. CHEGA!
Não importa se ele é centrado e está sempre do meu lado, não importa se ela é doce e me faz acordar de madrugada. Nada disso importa, nem mesmo o fato de que eu odeie me envolver com pessoas. Eu realmente odeio isso, mas odio dizem é o sentimento mais próximo ao amor. Ah o amor, um dia já acreditei cegamente nessa palavra, hoje eu tenho lá minha dúvidas sobre seu significado real. Mas não quero filosofia barata hoje, não mesmo.
O que faz de nós diferentes se somos todos seres humanos? o que faz você pensar que um homem pode ser mais forte que uma mulher? Força tem muitos sentidos e isso, pra mim, não é um ponto de discussão e nem vou tentar argumentar isto aqui e agora. Não há soberania entre sexos, gêneros. Não vejo diferença nenhuma, então não me venha com esse papo de que ele e ela são tão diferentes, sim eles pensam e agem de modos totalmente divergentes, mas ainda assim gosto de ambos. Motivos? não sei explicar.

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Meu telefone tocou enquanto eu estava escrevendo isso e por mais absurdo que pareça era ela. Voz doce inconfundível. Parece que sismam em brincar comigo pois antes de terminar a ligação recebi uma mensagem, acreditem era dele. Palavras gentis como sempre. A dúvida parece me corroer agora, vou deixar pra terminar essas reflexões em outro momento, minha cabeça deu um nó agora.

"Yeah, it does sound familiar."

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